Outras, me sinto uma formiga, só mais uma, entre tantas.
Ás vezes me sinto uma borboleta, leve, indo para onde o vento me levar.
Outras, me sinto uma onça, determinada, correndo atrás de meus objetivos.
Ás vezes me sinto um pássaro, mas em uma gaiola, pois me sinto presa.
E em outras, uma águia, livre, destemida.
Ás vezes me sinto um cachorrinho, assustado, que quer se esconder.
E outras, um gato, felino que esconde seus medos e age com confiança.
E dentre todas essas coisas, e tudo que sinto, e tudo que sou, me sinto, finalmente, humana, porque sou falha.
Izadora S
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