Se você não me ama, me diga. Será melhor se você disser, porque eu não quero um amor pela metade, uma dor sem significado, uma cicatriz sem história.
Eu prefiro um amor dolorido a um falso amor, porque um falso amor não te leva a lugar algum, e um amor de verdade, por mais mais dolorido que seja, ainda assim é amor, e o amor é lindo, em todos os sentidos, porque se é amor, pra sempre será.
Izadora S
quarta-feira, 3 de julho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
A geração não esta perdida
Então chega aquele dia na vida que você começa a olhar em volta e perceber que você é muito diferente do resto do mundo. Porque você vê as pessoas vivendo a vida pra um futuro, que sabe-se la se vai chegar, porque você vê gente que se importa tanto com o dinheiro que acaba esquecendo das pessoas. Porque você percebe que você é uma das únicas jovens que escuta legião urbana nos dias de hoje, porque você acha importante o vestibular e você não bebe até cair em festas.
E de repente você começa a se sentir perdido. Como se estivesse vivendo a vida errada. Na década errada talvez.
Esquece isso menina, não se pode discutir a qualidade de musicas como a de Renato Russo e de poemas como os de Mario Quintana.
Perde quem não os conhece. Não sinta-se deslocada, tenha certeza, você vive a vida certa. Os errados são os outros, não que eles não possam escolher a vida que querem levar, mas então, não digamos errada, digamos apenas, a vida mais pobre que poderiam ter.
Escolher o dinheiro e o status, a escolher a cultura, bons livros e boa música. É perder o que há de mais lindo no mundo.
Ter a chance e não aproveitar o que pessoas sábias tem para ensinar, é triste. Julgar uma coisa pela idade que tem, é triste.
Sinto pena desse mundo, em que a cultura esta sendo esquecida na medida com que crescem as caixas de som e diminui-se os tamanhos dos telefones.
Posso até ser deslocada no meio da minha geração, mas isso já não me entristece mais, sou feliz por completo, podem me faltar aparências por fora, mas me transbordo por dentro.
A cultura ainda esta ai, mas é preciso que ela seja escolhida.
Felizes os que as escolhem, porque só quem lê um livro sabe como é ter várias vidas em uma só.
Izadora Schoninger
E de repente você começa a se sentir perdido. Como se estivesse vivendo a vida errada. Na década errada talvez.
Esquece isso menina, não se pode discutir a qualidade de musicas como a de Renato Russo e de poemas como os de Mario Quintana.
Perde quem não os conhece. Não sinta-se deslocada, tenha certeza, você vive a vida certa. Os errados são os outros, não que eles não possam escolher a vida que querem levar, mas então, não digamos errada, digamos apenas, a vida mais pobre que poderiam ter.
Escolher o dinheiro e o status, a escolher a cultura, bons livros e boa música. É perder o que há de mais lindo no mundo.
Ter a chance e não aproveitar o que pessoas sábias tem para ensinar, é triste. Julgar uma coisa pela idade que tem, é triste.
Sinto pena desse mundo, em que a cultura esta sendo esquecida na medida com que crescem as caixas de som e diminui-se os tamanhos dos telefones.
Posso até ser deslocada no meio da minha geração, mas isso já não me entristece mais, sou feliz por completo, podem me faltar aparências por fora, mas me transbordo por dentro.
A cultura ainda esta ai, mas é preciso que ela seja escolhida.
Felizes os que as escolhem, porque só quem lê um livro sabe como é ter várias vidas em uma só.
Izadora Schoninger
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Erro?
Erro? não, não.
Pra mim foi mais tipo um acerto, como ganhar na loteria sabe? Coisa rara, que acontece pouco, pra pouca gente...
Mas isso não quer dizer que seja bom, nem sempre é.
Nem sempre a gente tem estrutura pra suportar tanto. Nem sempre a gente ta preparado pra uma quantia tão grande de amor. Nem sempre a gente sabe nadar o suficiente pra mergulhar tão fundo, sem perder o folego, sem ficar desnorteado, se perder, afundar.
Foi uma bolada de amor tão grande que a gente vendo de fora acha que vai durar pra sempre, sem perceber que vai se esvaindo aos poucos.
Talvez em outros tempos, outros pensamentos, com maturidade suficiente para administrar esse premio teríamos sido melhores, porque uma coisa tão grande, precisa de cuidados, para que dure, para que não se acabe.
E a vida é isso mesmo, errando que se aprende.
Izadora S.
Pra mim foi mais tipo um acerto, como ganhar na loteria sabe? Coisa rara, que acontece pouco, pra pouca gente...
Mas isso não quer dizer que seja bom, nem sempre é.
Nem sempre a gente tem estrutura pra suportar tanto. Nem sempre a gente ta preparado pra uma quantia tão grande de amor. Nem sempre a gente sabe nadar o suficiente pra mergulhar tão fundo, sem perder o folego, sem ficar desnorteado, se perder, afundar.
Foi uma bolada de amor tão grande que a gente vendo de fora acha que vai durar pra sempre, sem perceber que vai se esvaindo aos poucos.
Talvez em outros tempos, outros pensamentos, com maturidade suficiente para administrar esse premio teríamos sido melhores, porque uma coisa tão grande, precisa de cuidados, para que dure, para que não se acabe.
E a vida é isso mesmo, errando que se aprende.
Izadora S.
domingo, 31 de março de 2013
Ah o amor
Você odeia isso. Você odeia a si mesmo.
Você odeia o sol, porque ele parece feliz. Você odeia a chuva porque ela te deixa triste.
Você odeia uma musica porque ela te lembra alguem, e você ama a mesma musica, porque ela te lembra esse alguem.
Você odeia o dia, e odeia a noite.
Odeia tudo, odeia o que sente, e o que os outros sentem.
Odeia o que pensa, o que deveria estar pensando.
Odeia sentir, odeia o fato de que não pode não sentir.
Você odeia muito, e odeia tudo isso.
E você só odeia, porque ama.
E o amor, meu amigo, é assim. Te faz odiar tudo, pra que você aprenda, amar.
Izadora S
Você odeia o sol, porque ele parece feliz. Você odeia a chuva porque ela te deixa triste.
Você odeia uma musica porque ela te lembra alguem, e você ama a mesma musica, porque ela te lembra esse alguem.
Você odeia o dia, e odeia a noite.
Odeia tudo, odeia o que sente, e o que os outros sentem.
Odeia o que pensa, o que deveria estar pensando.
Odeia sentir, odeia o fato de que não pode não sentir.
Você odeia muito, e odeia tudo isso.
E você só odeia, porque ama.
E o amor, meu amigo, é assim. Te faz odiar tudo, pra que você aprenda, amar.
Izadora S
Quisera eu
Quisera eu, ter ouvido mais. Prestado mais atenção.
Quisera eu ter sido mais calma. Me posto no meu lugar.
Quisera eu ter cuidado mais. Gostado menos.
Quisera eu ter percebido o erro. Me entregado menos.
Quisera eu ter aprendido de outro jeito. Aquele que dói menos.
Izadora S
Quisera eu ter sido mais calma. Me posto no meu lugar.
Quisera eu ter cuidado mais. Gostado menos.
Quisera eu ter percebido o erro. Me entregado menos.
Quisera eu ter aprendido de outro jeito. Aquele que dói menos.
Izadora S
quarta-feira, 27 de março de 2013
Tempo, ao tempo
Passei alguns dias sem escrever nada, entrava no blog toda hora, olhava, começava a escrever alguma e coisa, e no fim de um parágrafo via que nada fazia sentido. Que as frases eram confusas, contraditórias e que os pensamentos que eu queria transmitir, estavam embaralhados em um emaranhado de palavras que sequer formavam alguma frase.
Tentei, reposiciona-las, reorganizar os pensamentos de uma forma mais clara. De nada adiantou, e agora, após alguns dias de "desinspiração", percebo que o meu erro estava la, em tentar reorganizar meus pensamentos, com a esperança de que assim as palavras fariam sentido.
Não é possível reorganizar pensamentos, não assim, do nada.
Pensamentos são uma projeção de você. A forma de você projetar-se para fora. Expor-se ao mundo.
E não é você que escolhe isso. A gente não decide o que pensa e o que não pensa. A gente tenta organizar esses pensamentos, pra passar a impressão de que estamos no controle. E quando o fazemos, acabamos com mais palavras emaranhadas, sem sentido.
Somos falhos ao pensar que temos esse poder, que podemos ter esse tipo de controle.
A vida tem um tempo certo para as coisas, cada uma em seu lugar, não uma por cima da outra, atropelando as que ficaram, passando outras a frente simplesmente porque nos é mais agradável essa ideia.
A vida decide quanto tempo leva, pra cada coisa passar. E eu, acabei aprendendo isso, ao tentar, de qualquer jeito, muda-lo. Não podemos muda-lo. Devemos, vive-lo. Isso mesmo, viver cada momento, cada pensamento que ele traz, cada situação pelas quais somos submetidos, traz consigo um propósito maior. Traz aprendizado.
E no fundo, a única coisa que nos resta fazer é, aprender, com tudo, dar um tempo ao tempo, deixar que ele nos mostre que as coisas vão ocorrer do jeito que tiver que ser. Que nosso processo de adiamento disso tudo, nada mais é, do que inútil.
E, ao fim de tudo, percebemos que, finalmente, passou, estamos aptos a seguir em frente. Sempre em frente.
Izadora S
Tentei, reposiciona-las, reorganizar os pensamentos de uma forma mais clara. De nada adiantou, e agora, após alguns dias de "desinspiração", percebo que o meu erro estava la, em tentar reorganizar meus pensamentos, com a esperança de que assim as palavras fariam sentido.
Não é possível reorganizar pensamentos, não assim, do nada.
Pensamentos são uma projeção de você. A forma de você projetar-se para fora. Expor-se ao mundo.
E não é você que escolhe isso. A gente não decide o que pensa e o que não pensa. A gente tenta organizar esses pensamentos, pra passar a impressão de que estamos no controle. E quando o fazemos, acabamos com mais palavras emaranhadas, sem sentido.
Somos falhos ao pensar que temos esse poder, que podemos ter esse tipo de controle.
A vida tem um tempo certo para as coisas, cada uma em seu lugar, não uma por cima da outra, atropelando as que ficaram, passando outras a frente simplesmente porque nos é mais agradável essa ideia.
A vida decide quanto tempo leva, pra cada coisa passar. E eu, acabei aprendendo isso, ao tentar, de qualquer jeito, muda-lo. Não podemos muda-lo. Devemos, vive-lo. Isso mesmo, viver cada momento, cada pensamento que ele traz, cada situação pelas quais somos submetidos, traz consigo um propósito maior. Traz aprendizado.
E no fundo, a única coisa que nos resta fazer é, aprender, com tudo, dar um tempo ao tempo, deixar que ele nos mostre que as coisas vão ocorrer do jeito que tiver que ser. Que nosso processo de adiamento disso tudo, nada mais é, do que inútil.
E, ao fim de tudo, percebemos que, finalmente, passou, estamos aptos a seguir em frente. Sempre em frente.
Izadora S
domingo, 24 de março de 2013
New Perspective
Ás vezes, ainda tenho vontade de te ligar. Mas não pra chorar, pra te pedir de volta. Apenas pra te falar, que eu descobri uma musica boa, que eu tenho prova na segunda e que to pensando em escrever um livro. Só pra te contar o que fiz hoje, te mandar uma foto engraçada e rir da tua cara por horas, porque meu amigo gay ainda curte as tuas fotos.
Eu na verdade tenho saudade, não da gente, como casal, tenho saudade da tua amizade, de contar contigo.
Porque fora tudo que aconteceu, e que a gente passou. Tu foi meu amigo. Meu melhor amigo. Tu foi meu amigo e tu foi meu melhor, o melhor amigo e o melhor de mim. Pena que não da, pra ser pra sempre assim.
Izadora S
Eu na verdade tenho saudade, não da gente, como casal, tenho saudade da tua amizade, de contar contigo.
Porque fora tudo que aconteceu, e que a gente passou. Tu foi meu amigo. Meu melhor amigo. Tu foi meu amigo e tu foi meu melhor, o melhor amigo e o melhor de mim. Pena que não da, pra ser pra sempre assim.
Izadora S
sexta-feira, 22 de março de 2013
Demais, de mim.
Em muitas situações da vida, nos é perguntado, "Quem é você?" ou ainda "Como você se definiria?" pois bem, tento, e tento de novo, responder a está pergunta. E acho cada vez mais difícil achar uma resposta.
Mas, se necessária, provavelmente seria essa:
Sou uma hipérbole, exatamente, "forma exagerada de expressar as coisas", e essa definição, me cabe muito bem.
Sou o tipo de pessoa que exagera ao máximo, no que posso.
Rio demais, falo demais, danço demais, canto demais. O problema que ser assim me trás, são as situações contrárias, eu também choro demais, me preocupo demais, temo demais, sofro demais.
Levo a vida como se ela acabasse amanhã, e por isso, sonho demais, com o futuro, porque sou incerta de sua chegada.
Costumo dar intensidade demais as coisas que vivo, penso, faço e aconteço.
Amo demais, odeio demais.
E se espero demais, também me decepciono mais.
E por isso, também, me diferencio dos demais, me diferencio deles, porque eu vivo mais!!
Izadora S
Mas, se necessária, provavelmente seria essa:
Sou uma hipérbole, exatamente, "forma exagerada de expressar as coisas", e essa definição, me cabe muito bem.
Sou o tipo de pessoa que exagera ao máximo, no que posso.
Rio demais, falo demais, danço demais, canto demais. O problema que ser assim me trás, são as situações contrárias, eu também choro demais, me preocupo demais, temo demais, sofro demais.
Levo a vida como se ela acabasse amanhã, e por isso, sonho demais, com o futuro, porque sou incerta de sua chegada.
Costumo dar intensidade demais as coisas que vivo, penso, faço e aconteço.
Amo demais, odeio demais.
E se espero demais, também me decepciono mais.
E por isso, também, me diferencio dos demais, me diferencio deles, porque eu vivo mais!!
Izadora S
Falha
Ás vezes, me sinto um peixe, mas fora d'água, perdido.
Outras, me sinto uma formiga, só mais uma, entre tantas.
Ás vezes me sinto uma borboleta, leve, indo para onde o vento me levar.
Outras, me sinto uma onça, determinada, correndo atrás de meus objetivos.
Ás vezes me sinto um pássaro, mas em uma gaiola, pois me sinto presa.
E em outras, uma águia, livre, destemida.
Ás vezes me sinto um cachorrinho, assustado, que quer se esconder.
E outras, um gato, felino que esconde seus medos e age com confiança.
E dentre todas essas coisas, e tudo que sinto, e tudo que sou, me sinto, finalmente, humana, porque sou falha.
Izadora S
quarta-feira, 20 de março de 2013
Se lembra quando a gente, chegou um dia a acreditar?
Não sei nem o que dizer, nem por onde começar.
Pensei em fazer um texto pra desabafar.
Pensei em dizer mil coisas, que concordava contigo, que to melhor assim, que quero seguir em frente.
Também pensei em te procurar, falar contigo, te ter mais uma vez pra mim.
E dentre todas as coisas que passaram pela minha cabeça, a única ideia que me agradou foi justamente a mais dolorida: "Esquecer e fingir que não aconteceu."
Eu sei que dói, mas nenhuma dor dura pra sempre.
Eu sei que estou triste, mas como a felicidade, a tristeza também não dura pra sempre.
Estou sozinha sim, e a solidão por pior que seja, também não é pra sempre.
Nada é. E tolos fomos nós de acreditar que por acaso, justamente a gente, duraria pra sempre.
Pouco a pouco vou aceitando isso. Tomando pra mim, disso tudo, como lição, justamente isso, parar de achar que as coisas vão durar para sempre, que da pra concertar tudo amanhã. O amanhã nem existe, é uma simples ilusão. A desculpa mais fajuta que o ser humano inventou para justificar seus erros.
Erros banais, na maioria das vezes. E no nosso caso, fatais, também. Fatais porque achamos que nada sairia do lugar, porque o pra sempre cega tanto as pessoas, que ninguém percebe que o fim é logo ali, no virar da esquina. Esperando pela gente, pelo próximo a passar despercebido achando que não é necessário nenhum tipo de cuidado com isso, porque se vai durar pra sempre, meus erros não me causarão nenhum mal hoje.
Tolos, nós, mais uma vez, por pensar que todo erro é admissível, que qualquer coisa é discutível e principalmente, que o amor é infinito. Mais uma vez eu digo, nunca é. Nada é.
E agora, escrevendo isso, tola, eu, por continuar escrevendo esse texto me referindo á "nós", uma coisa que nem sequer existe mais. Porque quer queira, quer não, é sempre difícil quando a gente percebe, de vez, que era verdade o que já dizia Renato Russo, "o pra sempre, sempre acaba".
- Izadora S.
Pensei em fazer um texto pra desabafar.
Pensei em dizer mil coisas, que concordava contigo, que to melhor assim, que quero seguir em frente.
Também pensei em te procurar, falar contigo, te ter mais uma vez pra mim.
E dentre todas as coisas que passaram pela minha cabeça, a única ideia que me agradou foi justamente a mais dolorida: "Esquecer e fingir que não aconteceu."
Eu sei que dói, mas nenhuma dor dura pra sempre.
Eu sei que estou triste, mas como a felicidade, a tristeza também não dura pra sempre.
Estou sozinha sim, e a solidão por pior que seja, também não é pra sempre.
Nada é. E tolos fomos nós de acreditar que por acaso, justamente a gente, duraria pra sempre.
Pouco a pouco vou aceitando isso. Tomando pra mim, disso tudo, como lição, justamente isso, parar de achar que as coisas vão durar para sempre, que da pra concertar tudo amanhã. O amanhã nem existe, é uma simples ilusão. A desculpa mais fajuta que o ser humano inventou para justificar seus erros.
Erros banais, na maioria das vezes. E no nosso caso, fatais, também. Fatais porque achamos que nada sairia do lugar, porque o pra sempre cega tanto as pessoas, que ninguém percebe que o fim é logo ali, no virar da esquina. Esperando pela gente, pelo próximo a passar despercebido achando que não é necessário nenhum tipo de cuidado com isso, porque se vai durar pra sempre, meus erros não me causarão nenhum mal hoje.
Tolos, nós, mais uma vez, por pensar que todo erro é admissível, que qualquer coisa é discutível e principalmente, que o amor é infinito. Mais uma vez eu digo, nunca é. Nada é.
E agora, escrevendo isso, tola, eu, por continuar escrevendo esse texto me referindo á "nós", uma coisa que nem sequer existe mais. Porque quer queira, quer não, é sempre difícil quando a gente percebe, de vez, que era verdade o que já dizia Renato Russo, "o pra sempre, sempre acaba".
- Izadora S.
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